Flávio Benelli
Formado em Direito pela Puc-Campinas, pós-graduado em Jornalismo. Criador e administrador do perfil @lets.gorock no Instagram. Sempre fui apaixonado pelo Rock. Escrever sobre música é minha forma de compartilhar a energia e a emoção que o rock me proporciona, enquanto mergulho nas histórias fascinantes por trás das músicas e dos artistas que moldaram esse universo. Junte-se a mim nessa jornada onde cada riff é uma história e cada batida é uma experiência inesquecível.

O Bangers Open Air 2026, mais uma vez, reuniu nomes de diferentes vertentes do rock e do metal em uma edição que reforçou a diversidade e o alcance do festival já consolidado, com apresentações que foram do técnicas, nostálgicas e contemporâneas. Entre destaques e contrastes de estilos, o evento consolidou sua proposta de oferecer uma experiência ampla ao público, com lojinhas de diversos tipos, estúdio de tatuagem e opções gastronômicas para todos os gostos, indo muito além da música — já sendo chamado de “Disneylândia do metaleiro”!!!
Para uma análise completa de cada show, com todos os detalhes e impressões, é só conferir as resenhas completas aqui. Dito isso, vamos aos destaques:
Black Label Society

Black Label Society entregou exatamente o que se espera: peso, groove e muita presença de palco liderada por Zakk Wylde. Com riffs robustos e momentos mais arrastados, a banda equilibrou momentos de agressividade e passagens mais emotivas, com homenagens a Ozzy Osbourne, Dimebag Darrell e Vinnie Paul. A entrega de Zakk Wylde é nítida. Um grande show!
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Angra Reunion

Angra reuniu diferentes fases de sua trajetória em um show especial que celebrou seu legado, trazendo ao palco ex-integrantes que marcaram gerações de fãs. A apresentação teve forte carga emocional, com direito a uma linda homenagem a Andre Matos. Foi um dos momentos mais simbólicos do festival e um dos melhores shows de todo o Bangers.
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Lucifer

Lucifer apostou em uma atmosfera mais sombria e cadenciada, trazendo um hard rock com forte influência setentista que contrastou com o restante do line-up. Johanna Sadonis, com sua presença de palco segura, enigmática e com um vocal marcante, deram identidade ao show. Funcionando como uma experiência envolvente e estilosa dentro do festival.
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Arch Enemy

Arch Enemy manteve o nível de intensidade lá no alto com uma apresentação precisa e agressiva, guiada por riffs rápidos e vocais extremos. A expectativa era grande pela nova vocalista Lauren Hart. E ela foi atendida: a era Hart começou!
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In Flames

In Flames trouxe um set que equilibrou diferentes fases da carreira, transitando entre o peso do passado e abordagens mais modernas. A banda mostrou maturidade ao construir um show dinâmico. No geral, foi uma apresentação sólida e o público respondeu a altura. Com certeza um dos destaques do Bangers.
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Vision of Atlantis

Os piratas invadiram a selva de pedra! Vision of Atlantis entregou uma apresentação marcada pelo apelo visual e pela força do metal sinfônico, combinando linhas vocais bem distribuídas entre os dois vocalistas e arranjos que funcionam especialmente bem ao vivo. A banda soube explorar a atmosfera épica de seu repertório, criando momentos envolventes. O público, de um dos horários mais ingratos do line-up, compareceu em peso, como marujos prontos para zarpar.
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Crazy Lixx

Crazy Lixx foi direto ao ponto e apostou na energia do hard rock oitentista sem rodeios. Com refrães grudentos, riffs simples e uma presença de palco descomplicada, a banda conseguiu criar uma conexão imediata com o público. A apresentação funcionou. E ainda deixou a sensação de que esse tipo de som poderia ter tido mais espaço no festival.
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Jinjer

Jinjer entregou uma das performances mais impactantes do festival, combinando técnica apurada com mudanças constantes de dinâmica. A versatilidade vocal foi um dos grandes destaques, alternando entre agressividade e melodias com naturalidade, enquanto a banda manteve uma base instrumental sólida e precisa. O resultado foi um show intenso, que prendeu a atenção do público do início ao fim.
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Within Temptation

Within Temptation, em seu retorno ao festival, apostou na grandiosidade e entregou um show envolvente, com forte apelo visual e arranjos que exploram bem o lado mais épico do metal. Sharon com seus vocais, sempre, bem executados e a banda afinada, criaram momentos de grande impacto com o público.
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Smith/Kotzen

Smith/Kotzen trouxe uma performance marcada pela sofisticação e pela química entre Adrian Smith e Richie Kotzen, apostando em um hard rock mais bluesy e cheio de nuances. Com foco nas composições e na execução refinada, o show fugiu do óbvio dentro do line-up, entregando momentos mais cadenciados e valorizando a musicalidade acima do impacto imediato.
Confira a resenha completa aqui. (Em Breve)
